TJD-SC tirou seis pontos do Concórdia e 12 do Porto
Foto: Divulgação FCF
O presidente do Concórdia, Neodi Wunder, não acredita que o clube vá ser inocentado no recurso que será julgado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva na próxima quinta-feira. Ele diz que já perdeu as esperanças de recuperar os seis pontos perdidos no TJD-SC, que eliminou o clube do quadrangular final da Divisão Especial.
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“Pra mim o campeonato acabou. Não confio mais na justiça”, diz frustrado o dirigente, que critica a Federação Catarinense de Futebol pela omissão no controle dos cartões amarelos, que provocaram a punição ao clube, acusado de escalar um atleta suspenso.
O advogado do clube pediu a gravação da entrevista à imprensa onde o presidente da FCF, Delfim Peixoto, diz que a entidade não teve como detectar se houve alguma inrregulariedade dos atletas do Concórdia e do Porto, que teriam atuado com três cartões amarelos. Assim, os clubes teriam que controlar os cartões manualmente.
No entendimento da defesa do Concórdia, a FCF quer tirar toda a sua a responsabilidade e passar para os clubes, alegando que houve uma tempestade que danificou os equipamentos que controlavam as súmulas do campeonato. Porém, a tempestade aconteceu depois que o Hercílio Luz protocolou a denúncia contra o Concórdia.
Sem esperanças de voltar ao campeonato, a maior preocupação da diretoria do Concórdia neste momento é deixar as finanças do clube em dia. Alguns jogadores já deixaram a equipe, caso dos zagueiros Marília e Edmilson, que pediram dispensa.
Com informações de Dalton Franke