Bezerra sente falta da família na Suécia
Foto Divulgação
Depois de nascer e crescer em Santa Catarina, o jogador Luiz Carlos Bezerra, conhecido como Bezerra sonha em voltar para o futebol catarinense.
Revelado nas categorias de base do Avaí, atuou por vários times da região, tendo sido inclusive, Campeão Catarinense de 1999 pelo Figueirense.
Atualmente Bezerra está na Suécia e é titular do OME, da cidade de Cristiame, e está interessado em voltar a jogar no Brasil, especialmente em Santa Catarina.

| Bezerra foi campeão pelo Figueirense em 99 |
|
PERFIL
Nome: Luiz Fernando Bezerra
Idade: 29 anos
Naturalidade: Florianópolis (SC)
Estado Civil: Casado
Posição: Volante
Clubes: Avaí, Grêmio, Internacional-RS, Figueirense (97-99), Guarani de Palhoça (2000), Camaçari-BA (2001), Lagartense-SE (2002), River-PI (2003), Blumenau (2003-04), Chapecoense (2005), Anapolina (2005), Colinas-TO (2006), OME-SUE (2007).
FUTEBOLSC.COM: Por que você resolveu investir no futebol e ser jogador?
Bezerra: Minha família é toda envolvida no futebol. Meu tio materno foi presidente do Figueirense (Luiz Carlos Bezerra) e meu avô, presidente do Avaí (Antônio Salum). Eu e minha família respiramos futebol desde que nasci. O meu tio Luiz Carlos (Bezerra) hoje é Presidente da Comissão de Arbitragem de SC, e meu primo, Paulo Henrique, é árbitro.
FSC: Como é jogar na Europa, em uma liga menos conhecida como da Suécia?
Bezerra: É muito bom. O país é ótimo e a liga bem disputada, porém o frio, o idioma e a saudade da família são fatores que pesam contra. Já as vantagens são muitas: bons salários, qualidade de vida, segurança e organização.
FSC: Você pretende voltar para o Brasil?
Bezerra: Sim. Gostaria de voltar ao Brasil ainda neste ano, mas as sondagens e contatos que recebi se deram quando eu ainda tinha contrato a cumprir com o OME e eu preferi honrar meu compromisso. Agora, que estou perto de encerrá-lo, estou aberto a negociações. A saudade de minha filha e esposa são determinantes para que volte, especialmente para Santa Catarina, minha terra.
FSC: E quanto aos salários pagos aqui? Não são inferiores aos seus na Europa?
Bezerra: São bem inferiores, mas o custo de vida aqui também é maior. Na vida o mais importante é estar bem e perto dos seus amigos. Estando perto da minha família, não me importo em receber menos, desde que receba o que mereço.
FSC: Algum clube procurou você nos últimos dias?
Bezerra: Fui contatado por uma pessoa ligada ao Guarani, mas preferi ficar. Outros empresários me ligaram com propostas para outros clubes do Estado, mas as negociações não se adiantaram e foram encerradas.
FSC: Sua família e amigos aqui no Brasil devem aguardar ansioso a sua volta. Deixe uma mensagem para eles e para os torcedores catarinenses.
Bezerra: Gostaria de deixar um beijo para minha esposa e para minha filha, bem como um abraço para todos amigos e familiares. Espero em breve estar perto de todos novamente.
Já para os torcedores catarinenses, desejo que sejam cada vez mais vitoriosos. Os times do nosso Estado estão em ascensão e somos cada vez mais respeitados no cenário nacional. Acreditem em seus clubes e incentivem da melhor forma que puderem.